Percepções de enfermeiras sobre sua atuação no planejamento reprodutivo
Palavras-chave:
Enfermagem, Saúde da Mulher, Atenção Primária à Saúde, Estratégia Saúde da FamíliaResumo
Introdução: O Brasil registrou no último ano um número de 2.260.034 nascidos vivos no país. Contudo, sabe-se que muitas dessas gestações ocorrem de forma não planejada, destacando a importância da realização do planejamento reprodutivo. A Lei nº 9.263, de janeiro de 1996, estabelece o planejamento reprodutivo como um conjunto de ações voltadas à regulação da fecundidade, assegurando direitos iguais de constituição, limitação ou ampliação da prole. Nesse contexto, torna-se essencial a atuação de profissionais qualificados para desenvolver ações direcionadas a esse campo, sobretudo na Estratégia Saúde da Família, que desempenha o papel de coordenadora do cuidado na Atenção Primária à Saúde, acolhendo de forma abrangente toda a população. A Resolução COFEN nº 690/2022 regulamenta a atuação do enfermeiro no planejamento reprodutivo, de forma privativa. Ainda, a resolução elucida que toda ação deve ser desenvolvida durante a consulta de enfermagem, cabendo ao enfermeiro a prescrição, administração e procedimentos acerca dos métodos conceptivos e contraceptivos disponíveis no Sistema Único de Saúde, com base em protocolos vigentes. Objetivo: Analisar as percepções de enfermeiras sobre sua atuação no planejamento reprodutivo.
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