Adesão terapêutica e polifarmácia: percepções de enfermeiros na APS

Autores

  • Ianka do Amaral Caetano iankadoamaral@gmail.com
    UEPG - Universidade Estadual de Ponta Grossa
  • Cristina Berger Fadel cbfadel@gmail.com
    UEPG - Universidade Estadual de Ponta Grossa

Palavras-chave:

Polifarmácia, Aderência à Medicação, Atenção Primária à Saúde

Resumo

Introdução: A polifarmácia, definida como o uso simultâneo de cinco ou mais medicamentos, é um fenômeno crescente na Atenção Primária à Saúde (APS), sobretudo entre pacientes com doenças crônicas. Embora necessária para o controle de múltiplas comorbidades, acarreta riscos como interações medicamentosas, eventos adversos e comprometimento da adesão terapêutica. Nesse cenário, o profissional enfermeiro exerce papel central na mitigação desses riscos, por meio de estratégias como revisão de prescrições, uso de tecnologias digitais, acompanhamento multiprofissional e suporte emocional. Objetivo: Descrever a percepção de enfermeiros da APS sobre os desafios impostos pela polifarmácia, com ênfase nos fatores que comprometem a adesão terapêutica em pacientes polimedicados.

Publicado

22-12-2025
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Como Citar

CAETANO, I. do A. .; FADEL, C. B. . Adesão terapêutica e polifarmácia: percepções de enfermeiros na APS. Revista Remecs - Revista Multidisciplinar de Estudos Cientí­ficos em Saúde, [S. l.], p. 58, 2025. Disponível em: https://www.revistaremecs.com.br/index.php/remecs/article/view/2251. Acesso em: 18 maio. 2026.