Rompendo pactos de silêncio: subvertendo a lógica manicomial do controle

Autores

  • Ana Laura Campos dos Santos anacmps283@gmail.com
    UEL - Universidade Estadual de Londrina
  • Isadora Francisca Moura Doi isadora.mouradoi@uel.br
    UEL - Universidade Estadual de Londrina
  • Patrícia Fernandes Paula-Shinobu pfpaula@uel.br
    UEL - Universidade Estadual de Londrina

Palavras-chave:

Sistema Prisional, Psicologia, Luta Antimanicomial, Direitos Humanos, Política de Saúde Mental

Resumo

Introdução: A execução penal brasileira ainda opera majoritariamente sob uma lógica manicomial, que associa crime à patologia e justifica o encarceramento em nome da “cura” ou da “periculosidade”. Tal perspectiva legitima práticas higienistas e punitivistas, atravessadas por marcadores sociais como raça, gênero e classe, violando os direitos humanos e produzindo mais sofrimento psíquico. A Psicologia, enquanto ciência e profissão comprometida com a ética e a transformação social, precisa se posicionar contra esse modelo. Objetivo: Discutir a importância de uma atuação psicológica que confronte a lógica manicomial no sistema penal, propondo práticas fundamentadas nos direitos humanos, na ética profissional e no paradigma da atenção psicossocial em liberdade.

Publicado

15-09-2025
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Como Citar

SANTOS, A. L. C. dos; DOI, I. F. M. .; PAULA-SHINOBU, P. F. . Rompendo pactos de silêncio: subvertendo a lógica manicomial do controle. Revista Remecs - Revista Multidisciplinar de Estudos Cientí­ficos em Saúde, [S. l.], p. 46, 2025. Disponível em: https://www.revistaremecs.com.br/index.php/remecs/article/view/2093. Acesso em: 18 out. 2026.