Saúde e resistência: o silêncio institucional diante das múltiplas violências sofridas por mulheres em privação de liberdade
Palavras-chave:
Direitos Humanos, Interseccionalidade, Sistema Prisional Feminino, Violência InstitucionalResumo
Introdução: A saúde é um direito garantido universalmente pela Declaração dos Direitos Humanos (1948), devendo ser assegurada pelo Estado que, por meio das políticas públicas, pretende oferecer acesso igualitário a ela. O contexto prisional é degradante devido à insalubridade e violência, tornando essas medidas indispensáveis. No entanto, com frequência elas não chegam às Pessoas Privadas de Liberdade (PPL), o que prejudica a consolidação da saúde integral nesses locais. Somado a isso, tem-se o fato de poucos profissionais atuantes na área e da existência de uma lógica punitiva nos serviços voltados a essa população, perpetuando desrespeitos e violações, contrários à reinserção. Objetivo: Este trabalho visa propor uma análise e reflexão crítica sobre a negligência no cuidado à saúde de mulheres em espaços de privação de liberdade, com o intuito de evidenciar o abismo entre o que é estabelecido no plano legal e o que é realizado dentro das instituições prisionais.
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